Hoje, os Infantis A venceram o Ideal por 11-0 no Jácome Correia.
Na 1ª jogada de ataque o Santa Clara chegou ao 1-0 por Reinaldo e imediatamente a seguir e ainda nos primeiros 5 minutos Bernardo fez o 2º golo. Depois parecia que o jogo ia entrar num periodo de calma com o Ideal a tentar equilibrar, mas durou pouco a acalmia. Numa jogada pela esquerda, Lupas foi derrubado na área e converteu o penalti para logo de seguida na sequência de um canto voltar a marcar de cabeça.
Com um futebol solto, com trocas de bola constantes e um meio campo pressionante até ao intervalo Reinaldo mais uma vez e Lima por duas outras fixaram o resultado de 7-0 ao intervalo.
No 2º tempo, já com algumas alterações, o ritmo não se alterou muito e logo aos 5 minutos Reinaldo voltou a acertar na baliza. Pontualmente o Ideal tentava chegar à nossa baliza mas uma defesa sólida com Freitas e Luis e a atenção do guardião Filipe poucas hipóteses deram. Lima aproveitou para marcar o 9º e Diogo fechou com dois tentos.
No final, vitória sem contestação da equipa mais dominante, com um futebol sempre vivo e agressivo sobre a bola. O Ideal só no fim do jogo, e depois da nossa formação base ter rodado várias vezes, conseguiu em contra-ataque 1 ou 2 situações de golo bem anuladas pelo nosso guarda-redes. O Santa Clara quase não deixou o adversário jogar, fazendo (mais) um jogo de sentido único.
Formação: Filipe, Freitas, Matos, Lupas, Lima, Bernardo, Reinaldo Suplentes (todos utilizados): Luis, Diogo, Bruno, Daniel e Rodrigo Oliveira.
domingo, 23 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Homenagem ao falhanço...2010!
É incrivel o nivel de incompetencia e de azar...
domingo, 16 de janeiro de 2011
Vitória com muito futebol
Os Infantis A defrontaram hoje o União Micaelense B num jogo de um só sentido.

Entrando com muita autoridade o Santa Clara encostou o adversário à sua área e ainda não decorriam 5 minutos, já venciam por 1-0. Jogando rápidamente a bola em jogadas bem delineadas e com trocas constantes, o marcador depressa subiu até aos 3-0 por volta dos 10 minutos.

Depois desta avalanche, que poderia ter rendido ainda mais golos, os miúdos do União recompuseram-se equilibrando o seu posicionamento defensivo, sustendo o nosso ataque continuado. Os nossos rapazes, balanceados para o ataque, deixavam espaços no nosso meio campo que o União tentava explorar em contra-ataques pelo lado esquerdo. E foi daí que surgiu a fuga pela esquerda de Pedro Santos que frente ao nosso guardião chutou cruzado para o canto mais distante.
O União animou com o golo mas o sinal mais estava do nosso lado que já perto do intervalo num novo periodo de pressing sobre a área adversária resultou no 4-1. Mesmo antes do intervalo novo desiquilibrio na zona frontal da nossa baliza com um remate bem colocado mas que desta vez foi bem agarrado por Bruno.


Na 2ª parte e já com algumas alterações, o Santa Clara não tardou a agarrar no jogo e até aos 10 minutos facturou mais dois golos. A partir daí e com várias alterações no plantel, o ritmo alterou-se não aproveitando as facilidades que o União dava, voltando a complicar no passe, na fase de finalização e a sofrer com o "azar" de alguns jogadores a quem tudo saia mal no último toque. O nosso adversário nunca desistiu de chegar à nossa baliza e numa jogada em que fomos demasiado lentos a trocar a bola na nossa zona defensiva, após uma disputa de bola que julgamos em falta, o União chegou ao 2º golo (6-2) com alguma sorte pela forma como o nosso guardião foi batido.
O Santa Clara demonstrou claro dominio do jogo e momentos de muito bom futebol e de bons golos. Falta ainda alguma consistência quando o plantel é rodado, fruto da menor utilização de alguns jogadores.
O União acusou a diferença de idades e de ritmo mas foi sempre lutador e em algumas alturas conseguiu equilibrar o jogo com a sua organização.
Este jogo teve alguns espectadores atentos, ligados à prospecção do SLB.
Entrando com muita autoridade o Santa Clara encostou o adversário à sua área e ainda não decorriam 5 minutos, já venciam por 1-0. Jogando rápidamente a bola em jogadas bem delineadas e com trocas constantes, o marcador depressa subiu até aos 3-0 por volta dos 10 minutos.
Depois desta avalanche, que poderia ter rendido ainda mais golos, os miúdos do União recompuseram-se equilibrando o seu posicionamento defensivo, sustendo o nosso ataque continuado. Os nossos rapazes, balanceados para o ataque, deixavam espaços no nosso meio campo que o União tentava explorar em contra-ataques pelo lado esquerdo. E foi daí que surgiu a fuga pela esquerda de Pedro Santos que frente ao nosso guardião chutou cruzado para o canto mais distante.
O União animou com o golo mas o sinal mais estava do nosso lado que já perto do intervalo num novo periodo de pressing sobre a área adversária resultou no 4-1. Mesmo antes do intervalo novo desiquilibrio na zona frontal da nossa baliza com um remate bem colocado mas que desta vez foi bem agarrado por Bruno.
Na 2ª parte e já com algumas alterações, o Santa Clara não tardou a agarrar no jogo e até aos 10 minutos facturou mais dois golos. A partir daí e com várias alterações no plantel, o ritmo alterou-se não aproveitando as facilidades que o União dava, voltando a complicar no passe, na fase de finalização e a sofrer com o "azar" de alguns jogadores a quem tudo saia mal no último toque. O nosso adversário nunca desistiu de chegar à nossa baliza e numa jogada em que fomos demasiado lentos a trocar a bola na nossa zona defensiva, após uma disputa de bola que julgamos em falta, o União chegou ao 2º golo (6-2) com alguma sorte pela forma como o nosso guardião foi batido.
O União acusou a diferença de idades e de ritmo mas foi sempre lutador e em algumas alturas conseguiu equilibrar o jogo com a sua organização.
Este jogo teve alguns espectadores atentos, ligados à prospecção do SLB.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Correcção
Em relação ao final do nosso último post, soubemos que o dito individuo não é funcionário do Operário, mas pai de um atleta.
Mau exemplo para o seu filho e seus companheiros.
As nossas desculpas ao Operário.
Mau exemplo para o seu filho e seus companheiros.
As nossas desculpas ao Operário.
domingo, 9 de janeiro de 2011
(Re)Começar a ganhar
Após a paragem de Natal, os Infantis A regressaram aos jogos e ás vitórias, desta vez na Lagoa frente ao Operário por 4-0.
Com uma diferença nítida de valor entre as duas equipas, o Santa Clara entrou a dominar o jogo, empurrando o Operário para dentro da sua área. No entanto este dominio demorou em traduzir-se em golos dada a dificuldade de ultrapassar o amontoado defensivo frente á baliza de Henrique que, muito atento, comandava a sua defesa e defendia todas as bolas que a conseguiam ultrapassar. Só perto dos 15 minutos Rodrigo Matos conseguiu desfazer o 0-0 num potente remate que ainda tabelou num jogador, não dando hipóteses ao guardião da Lagoa.
Assistiu-se então a um festival de oportunidades por parte dos nossos miúdos fruto de um futebol vistoso que começava por defender no meio campo adversário e acabava junto à baliza com bonitas trocas de bola. Adivinhavam-se mais golos mas por excesso de pormenores e lentidão na finalização acabaram por não surgir. O Operário de vez em quando espreitava o contra-ataque mas só num livre perigoso consegui obrigar o nosso guardião a defesa aparatosa.
A 2ª parte começou logo com o nosso 2º golo (Pedro Freitas), ficando a dúvida se na confusão não terá sido precedido de falta sobre o guarda-redes. O 3-0 viria pouco depois na marcação de um penalti por entrada fora de tempo de Nuno Laró (nosso campeão de Escolas) sobre Reinaldo, que Lima marcou.
Com o jogo controlado e um adversário que raramente incomodava a nossa defensiva, continuava-se a mostrar dominio de jogo e múltiplas oportunidades de aumentar o score, mas só mais uma vez chegamos ao golo numa jogada a 3 toques: passe de Filipe, assistência de Lima e remate de Rodrigo Oliveira. Foi tempo de rodar o plantel e de o Operário mostrar que não estava ali só para jogar e por 2 vezes poderia ter chegado ao golo: numa grande abertura de Laró que isolou um colega, levando Filipe a melhor no 1 para 1 e num penalti cedido por Luis, que mais uma vez entrou muito nervoso, mas que a barra negou.
No final vitória justa do Santa Clara que dominou e mostrou bom futebol mas que foi perdulário na hora de marcar ou os números poderiam ter sido outros. Parabéns também ao Operário que com menos argumentos fisicos e técnicos contrapôs com uma boa organização defensiva, lutando sempre pelo jogo e pelo golo.
Nota positiva para a disciplina entre miúdos e equipas técnicas mesmo com um árbitro que por vezes complicou e que gerou fortes protestos na bancada.
NOTA NEGATIVA PARA UM FUNCIONÁRIO DO OPERÁRIO QUE ALÉM DOS PROTESTOS IMPRÓPRIOS AO LONGO DE TODO O JOGO, NO FINAL TRAVOU-SE DE RAZÕES COM O ÁRBITRO E TENTOU AGREDI-LO, VALENDO A INTERVENÇÃO DE OUTRAS PESSOAS LIGADAS AO OPERÁRIO (nomeadamente pais de atletas...). MERECIA CASTIGO EXEMPLAR INDEPENDENTEMENTE DAS SUAS RAZÕES. ESTES INDIVIDUOS NÃO FAZEM FALTA AO FUTEBOL EM GERAL E MUITO MENOS AOS ESCALÕES DE FORMAÇÃO. FOI UM EXCELENTE EXEMPLO DE TUDO O QUE NÃO SE DEVE FAZER EM FORMAÇÃO.
Com uma diferença nítida de valor entre as duas equipas, o Santa Clara entrou a dominar o jogo, empurrando o Operário para dentro da sua área. No entanto este dominio demorou em traduzir-se em golos dada a dificuldade de ultrapassar o amontoado defensivo frente á baliza de Henrique que, muito atento, comandava a sua defesa e defendia todas as bolas que a conseguiam ultrapassar. Só perto dos 15 minutos Rodrigo Matos conseguiu desfazer o 0-0 num potente remate que ainda tabelou num jogador, não dando hipóteses ao guardião da Lagoa.
A 2ª parte começou logo com o nosso 2º golo (Pedro Freitas), ficando a dúvida se na confusão não terá sido precedido de falta sobre o guarda-redes. O 3-0 viria pouco depois na marcação de um penalti por entrada fora de tempo de Nuno Laró (nosso campeão de Escolas) sobre Reinaldo, que Lima marcou.
No final vitória justa do Santa Clara que dominou e mostrou bom futebol mas que foi perdulário na hora de marcar ou os números poderiam ter sido outros. Parabéns também ao Operário que com menos argumentos fisicos e técnicos contrapôs com uma boa organização defensiva, lutando sempre pelo jogo e pelo golo.
Nota positiva para a disciplina entre miúdos e equipas técnicas mesmo com um árbitro que por vezes complicou e que gerou fortes protestos na bancada.
NOTA NEGATIVA PARA UM FUNCIONÁRIO DO OPERÁRIO QUE ALÉM DOS PROTESTOS IMPRÓPRIOS AO LONGO DE TODO O JOGO, NO FINAL TRAVOU-SE DE RAZÕES COM O ÁRBITRO E TENTOU AGREDI-LO, VALENDO A INTERVENÇÃO DE OUTRAS PESSOAS LIGADAS AO OPERÁRIO (nomeadamente pais de atletas...). MERECIA CASTIGO EXEMPLAR INDEPENDENTEMENTE DAS SUAS RAZÕES. ESTES INDIVIDUOS NÃO FAZEM FALTA AO FUTEBOL EM GERAL E MUITO MENOS AOS ESCALÕES DE FORMAÇÃO. FOI UM EXCELENTE EXEMPLO DE TUDO O QUE NÃO SE DEVE FAZER EM FORMAÇÃO.
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